domingo, 13 de março de 2016

ESCOLA PÚBLICA

O cotidiano de uma escola pública
É sempre igual
Repetitivo, monótono
Paradoxal.

Aquela briga que acontece depois do último sino
Sempre começa por uma coisa alheia
À vontade de um namoro à toa
Ou uma discussão na hora do futebol.

Quando chega o intervalo
A galera se reúne
É hora de se alimentar
Um "maria isabel" ou suco com bolacha
O bom mesmo é mingau.

Algumas meninas, ainda com pouca idade
Logo cedo se deparam com a maternidade.

Muitas, mal concluem o Ensino Médio
Saem por aí, fazendo pichações em paredes.

Mas o que resta é a amizade
Aquelas que a gente nunca esquece
Algum ainda se vê às vezes, outro desaparece.

Jonathan Richard
3º Ano "K" - 2015

sexta-feira, 11 de março de 2016

PROMESSAS DE OUTONO



Em um último dia de outono, dois melhores amigos faziam a promessa de suas vidas, ou melhor, de suas vidas inteiras.
      Katrina Daerir, de 10 anos na época, e Anthony, apelidado de “joker” por gostar de cartas, de 13 anos na época. Iriam se separar por escolher caminhos opostos, katrina queria cantar porque isso lhe acalmava coração, perdeu seus pais aos 5 anos. E joker queria estudar astronomia, amava as estrelas pelo seu lindo brilho sincero.
     A promessa que eles fizeram, “ vamos nos reencontrar, vamos seguir nossos sonhos e um dia ficaremos juntos para sempre ". Katrina derramou uma lágrima.
 - Não chore princesa -  Joker diz a Katrina enquanto sorri calmamente.
 - Prometa-me cantar, quando nos reencontrarmos, brilhe minha estrela.
 - Eu prometo, Joker, sempre, sempre vou lembrar disso..
     O tempo tão curto que os dois tinham se transformou em uma eternidade, como se o tempo tivesse parado ao redor deles.
    Com os braços de Anthony me abraçando, derramei uma última lágrima e retribuí o abraço.
 - Cante pra mim estrelinha.
 - Claro Joker.
     Com a voz suave, e com o vento levando os meus longos cabelos, comecei a cantar
" aquele lugar era meu lar, em seus braços quero ficar. Ver seu sorriso até o sol nascer, tanto na lua quanto no som de minha voz, as minhas sinceras palavras de amor, eternamente viverão " assim o tempo passou em pleno último dia de outono.
Luna Saraiva B. L. da Costa
7º ANO “D”
CARMELA DUTRA - 2016

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A Pequena Vendedora de Fósforos



     A Pequena Vendedora de Fósforos ou A Menina dos Fósforos (em dinamarquês: Den Lille Pige med Svovlstikkerne, que significa "A menina com os palitos de fósforo") é um conto do poeta e escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. A história se trata de sonhos e esperança de uma criança morrendo, e foi publicado pela primeira vez em 1845. Foi adaptado para diversos meios de comunicação, incluindo um filme de animação e um musical de televisão.
*****


     O frio era impiedoso; a neve estava caindo, e a noite escura já estava se aproximando; e essa era a última noite do ano—Véspera do Ano Novo. E foi nesse frio tenebroso e com essa escuridão inquietante que uma pobre garota, descalça e sem nenhuma proteção na cabeça, caminhava pelas ruas. Ela usava uma espécie de chinelo quando saiu de casa, mas de nada lhe adiantou, porque eram chinelos muito grandes para o seu tamanho. A sua mãe os usara por último, então você pode imaginar que eram chinelos para adulto. A medida que a garota atravessava a rua bem na hora em que duas carruagens estava passando em alta velocidade, ela perdeu os chinelos. Um dos chinelos não pode ser encontrado, e o outro um garoto saiu correndo com ele. Ele disse que ele usaria o chinelo como berço quando ele fosse grande e tivesse seus filhos um dia.
     Lá estava a pequena garota andando pra lá e pra cá com seus pequeninos pés desprotegidos; eles até estavam congelados por causa do frio intenso. Protegidos por um babador velho e usado, ela carregava alguns palitos de fósforos, e em sua mão ela exibia um deles. Ninguém havia comprado nada dela o dia todo, e ninguém havia lhe dado nem sequer uma moeda. Trêmula e com fome, ela, a pobre garota, continuava caminhando, olhando por toda parte os quadros de miséria e tristeza. Os flocos de neve caíam sobre os seus cabelos longos e loiros, os quais se enrolavam com muita beleza em torno do seu pescoço; mas é lógico que ela não pensava em tais futilidades. Luzes brilhavam em todas as janelas, e no ar, havia um cheiro tão delicioso de ganso assado. "Ah! é véspera de Ano Novo," ela pensou.
     Em um cantinho entre duas casas — onde uma delas se projetava alguns centímetros na frente da outra — ela se agachou, e se sentou, cobrindo com o corpo seus pezinhos congelados; mas ela sentia cada vez mais frio, e não se atrevia a ir para casa, pois ela não havia vendido nenhum fósforo aquele dia, nem recebido nenhuma moeda; seu pai iria bater nela, e, além do mais, a sua casa também era fria. Não há dúvida de que havia um telhado como cobertura, mas por entre as fendas ela podia ouvir o sussurro do vento, embora eles tivessem tapado as rachaduras maiores com trapos e palhas. Suas mãozinhas estavam quase entorpecidas pelo frio. Ah! Um palito de fósforo lhe faria muito bem!.
     Se ela pudesse tirar um dentre aqueles que ela trazia e friccioná-lo contra a parede, para aquecer os seus dedos com o calor da chama! Ela pegou um — e riscou! — ah, como ele espirrava fagulhas, e como ele queimava! A chama era quente e transparente, assim como uma pequena vela, quando ela aproximava sua pequena mãozinha em torno do palito. Era uma luz maravilhosa; a inocente garotinha achava que ela estava sentada diante de um grande fogão de ferro provido de luzidios pés de bronze e de estrutura metálica. Como era lindo ver o fogo queimando! Como era gostoso receber o calor que vinha dele, mas o que havia acontecido? A pequena garota esticou os seus pés para fora para aquecê-los também, e a chama se apagou — o calor se desfez — ficara apenas o pequeno toco de palito queimado em suas mãos.
     Um outro palito foi riscado contra a parede; ele queimou, e proporcionava uma luz belíssima, e onde a luz que batia na parede era como se fosse um véu transparente. Ela podia ver dentro da sala, onde a mesa estava coberta com uma tolha branca e alva, e sobre a toalha havia finíssimas porcelanas para o jantar; o ganso assado, recheado com ameixas e maçãs, soltava odores deliciosos. Mas, o que era ainda mais lindo, o ganso saltava do prato e vinha bamboleando pelo chão, com uma faca e um garfo espetado nas costas, e caminhava em direção da pobrezinha, quando, de repente, o fósforo se apagou, restando apenas uma parede espessa e fria para ser admirada. Ela acendeu um outro palito.
     De repente, ela se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal; ela era ainda maior e estava mais decorada do que aquela que ela tinha visto através da porta de vidro no último Natal de um rico mercador. Milhares de velas, que queimavam no alto dos galhos verdejantes, e os quadros coloridos, como aqueles que nós vemos nas vitrines das lojas, estavam olhando para ela. A garotinha esticou as duas mãos em direção a eles — e o fósforo se apagou. A luz parecia elevar-se cada vez mais distante dela. Ela percebeu então que elas eram as estrelas brilhantes. Uma delas caiu, deixando um interminável rastro de fogo para trás.
     "Neste momento, alguém está morrendo," disse a pequenina. A sua velha avozinha, que havia sido a única que a queria bem, mas que agora não vivia mais, lhe disse que quando uma estrela cai do céu uma alma vai em direção a Deus.
     Ela riscou um outro fósforo contra a parede. A sua luz era intensa, e dentro do seu brilho estava a vovó querida — tão clara, tão brilhante, tão meiga, tão doce!
     "Vovó," exclamou a pequenina, "oh, me leve com você! Eu sei que você vai desaparecer quando o fósforo se apagar — assim como o fogão quentinho, o delicioso ganso assado, e a grande e bela árvore de Natal." E ela riscou rapidamente todos os fósforos que restavam no pacote, — ela não queria deixar de ver a vovozinha, — e os fósforos queimavam com tanto esplendor que eles brilhavam mais do que a parte mais clara do dia. A sua avó nunca lhe pareceu tão bela, tão grandiosa. A vovó pegou a pobrezinha nos braços, e foi voando para bem longe, deixando para trás um rastro de brilho e de alegria, e para tão distante — tão distante, onde não havia frio, nem fome, nem medo — elas estavam com Deus!
     Porém, na manhã seguinte, num cantinho, perto da casa, estava sentada uma pequenina de rostinho corado e tinha um sorriso nos lábios, desfalecida — havia morrido de frio na última noite do Ano Novo. O sol na manhã seguinte do ano novo aquecia o corpo frágil, segurando alguns palitos de fósforo dentro de um babador, dos quais alguns haviam sido queimados. "Ela queria se aquecer," diziam as pessoas. Ninguém ficou sabendo dos encantos que ela viveu nos seus últimos momentos, nem do esplendor que ela sentiu com a alegria e a felicidade do Ano Novo em companhia de sua avozinha.
By Wikimania
 
Para a aula de terça-feira, 23 de fevereiro.
Para os sétimos Anos "B" - "C" - "D"
I. E. E. CARMELA DUTRA - 2016

domingo, 20 de setembro de 2015

AOS MEUS ALUNOS DO INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO “CARMELA DUTRA”



Toda medida, vista como arbitrária, provém de um delito notório, mas não punido. Toda a sociedade, no nosso caso, a comunidade escolar, terá que se adequar às normas, antes não exigidas de nosso alunado com o devido rigor.
     Diante de intensa, longa e cansativa espera por uma vaga em nossa Instituição, se faz necessário um certo número de regras que garantam a segurança de nossos estudantes, dentro e fora de nossos muros. Tais regras foram normalizadas, o nosso Regimento Interno. Este, por sua vez, tem seu resumo exposto, em documento, aos responsáveis no ato da matrícula.
     Qualquer dúvida deverá ser levada diretamente à Equipe Gestora, para que mediante questionamento, se faça todo e qualquer esclarecimento necessário. O que não é admissível, muito menos louvável, é a exposição de nossos problemas estruturais, que, aliás, não é exclusividade do I. E. E. CARMELA DUTRA.
     Não convém, no presente momento, fazer alusão a problemáticas institucionalizadas na atual Democracia, menos ainda defender o Estado. Pois levando em consideração o esquecimento, e portanto, a desvalorização da profissão PROFESSOR, fica difícil manter zerados os quadros de necessidade em algumas disciplinas – em nossa escola e em outras – resultando na redução dos índices tão valorizados por nossa secretaria.
     Convivemos com uma realidade em blocos de concreto sexagenários, corpo docente cansado de algumas lutas, estudantes ávidos em aprender o que transcende os muros altos do SABER. Conflitos resultantes de paradoxos não dialogados, presunções e da FOGUEIRA DAS VAIDADES.
     Não há, portanto, saída diferente para a situação que se desvia da normalidade, não há normalidade sem regras, regras são necessárias quando há divergência de comportamento, inadequações ao convívio com esta fase, tão linda e delicada, que se chama JUVENTUDE.


Porto Velho - RO

terça-feira, 21 de julho de 2015

ATIVIDADES – VERBOS – 2º ANO



  1. Como podem ser os verbos, quanto ao sentido?
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  1. O que os verbos nocionais nomeiam?
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  1. O que expressam os verbos relacionais?
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  1. O que podemos determinar verificando a estrutura de uma forma verbal?
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  1. Quais os modos verbais e o quê cada um expressa?
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  1. Quais as formas nominais do verbo, e o que indica cada uma delas?
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  1. O que é e como é formada uma locução verbal?
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  1. Conceitue:
a)      verbos irregulares:_______________________________________________________
b)      verbos anômalos: ________________________________________________________________________
c)      verbos defectivos:
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d)      verbos abundantes: ________________________________________________________________________
e)      verbos dicendi: ________________________________________________________________________

UMA AULA DE ARTE NA PRÁTICA

  Em 12 de maio iniciamos os trabalhos de confecção do baralho com o  1º Ano 'B'.  A segunda etapa será a escolha dos verbos no modo...